Parto Normal no hospital

Nascimento de Bianca – uma experiencia gratificante e feliz Parto Normal Hospitalar Com indução para o parto em 3 instâncias / analgesia / SEM episiotomia e apgar 10-10        

Meu nome é Kristina, tenho 35 anos e trabalho na área de exatas. Ao constatar a gravidez, eu e meu marido decidimos procurar um obstetra que fizesse parto normal. Encontramos na internet, num site de Parto Humanizado, o contato do Dr. Alberto e marcamos uma consulta. Levei uma lista de perguntas, as quais ele respondeu pacientemente e nós tivemos certeza que ele faria o possível para fazer o parto normal. Nas consultas de Pré-natal, eu levava uma lista com as dúvidas que surgiam durante o mês e, ele de bom humor respondia a todas. Uma das perguntas foi “Se duas pacientes entrarem em trabalho de parto ao mesmo tempo, há um Plano B?” (típica pergunta de alguém de Exatas). Ele respondeu calmamente: “Sim, há. Chamo um colega meu, que tem a mesma linha. Mas a probabilidade é pequena. Em todos os anos que atendo, isto ocorreu somente duas vezes, a 2ª vez recentemente”. Na consulta no 5º mês, quis saber como seria o parto: se teria anestesia, se eu poderia amamentar dentro dos primeiros 30 minutos, se ele fazia a episiotomia, etc. Ele respondeu: “Eu iria te explicar mais para frente, mas já que você perguntou, te respondo: se a mãe pedir eu dou anestesia; a amamentação na hora do parto depende da situação do bebê, se estiver tudo bem com ele, acho possível, se o pediatra permitir; não faço episiotomia;  se o cordão umbilical estiver pulsando, eu espero parar de pulsar para cortá-lo, assim a transição de respirar pelos pulmões é mais suave para o bebê”. Na consulta em que completei 40 semanas (era uma 4ªf), ele constatou 1 cm de dilatação e disse que achava que até o final da semana nascia. No sábado, despertei e comecei a sentir uma água morna. Acordei o meu marido para pegar uma toalha, a bolsa tinha rompido. Ligamos para a doula Thais e mandamos um SMS para o dr. Alberto. Como a água estava limpa e eu sentia apenas cólicas esporádicas, poderíamos aguardar o trabalho de parto engrenar para ir à maternidade. Passei o dia sentindo cólicas, que eram aliviadas quando eu caminhava. A doula fez um escalda-pés e me dava florais. Conforme instrução do dr. Alberto, chegamos à maternidade as 20h. Decidimos avisar a família que a bolsa havia estourado e que estávamos dando entrada na maternidade e que não era para ninguém ir, que avisaríamos quando nascesse. Na triagem da maternidade, constataram 1,5 cm de dilatação, duas contrações a cada 10 minutos e bolsa rota. A enfermeira obstetra que me examinou disse: “O seu médico é natureba, né?”. O dr. Alberto passou instrução para colocarem um comprimido no colo do útero a cada 4 horas e para ficarmos hospedados no quarto. Ele disse para me darem o jantar. As 22h, colocaram o 1º comprimido. As 24h, o dr. Alberto fez uma visita para saber como estavam as coisas. As 2h da manhã, as “cólicas” estavam mais fortes, fizeram um novo exame de toque: 3 cm de dilatação. Ouviram o coração do bebê, estava tudo bem. Colocaram mais um comprimido. As 6h da manhã, novo exame de toque: 3,5 cm de dilatação e tudo bem com o bebê. As 7h30 chegou o café da manhã. O dr. Alberto disse para eu tomar café e subir para a suíte de parto normal (Labor and Delivery Room). Ele nos encontrou na suíte e disse que queria 3 contrações a cada 10 minutos, então seria necessário tomar ocitocina. Ele pediu para colocarem na dosagem mínima. As contrações começaram a ficar mais fortes. A doula fez uma massagem na região lombar com um óleo. A dor intensificou e ela sugeriu irmos por 1 hora no chuveiro. A água quente nas costas aliviava a dor. Quando sai do chuveiro, já estava com 3 contrações a cada 10 minutos. O dr. Alberto fez o exame de toque e o colo não havia dilatado. Ele disse para aplicar a anestesia para ajudar na dilatação. Quando a anestesia fez efeito, não senti mais as contrações, foi um alívio. Neste ponto, a família já ligava desesperada achando que o parto estava demorando muito. Mal sabiam eles, que a tranquilidade do dr. Alberto reinava na sala de LDR. Por volta das 16h, novo exame de toque: 5 cm de dilatação. Ele confessou: “Eu esperava uma dilatação maior”. Então, calmamente ele disse: “Vou te dar plasil, com buscopan e glicose”. Quando aplicaram, eu senti uma palpitação e o dr. Alberto disse que era normal. Adormeci das 17h as 18h. Novo exame de toque: 7 cm. Ele comentou: “Nada como relaxar”. Então ele começou a ajudar manualmente a dilatação e pediu para eu segurar os joelhos, prender a respiração e fazer força quando viesse a contração. Como eu estava anestesiada, não tinha toda percepção do corpo e na 2ª vez que realmente consegui fazer o que pediu, ele exclamou “Agora vai”. Segundo meu marido, a fisionomia dele mudou, como se o time de futebol dele tivesse marcado um gol. A cabeça coroou. Neste momento, a doula avisou que armariam o circo, e que era para eu me concentrar em mim e no meu marido. Fechei os olhos e descansei para armazenar energia para a próxima etapa. Na 5ª ou 6ª vez que fiz força, a Bianca nasceu, eram 19h15 do domingo. O dr. Alberto, colocou-a no meu peito. Ela estava chorando e comecei a falar com ela, ela me olhou e se acalmou. Foi uma emoção indescritível. Quando o cordão parou de pulsar, ele pediu para meu marido cortar. A enfermeira obstetra disse que levaria ela por uns minutos, mas já devolveria. Ela pesou 3770 ge mediu 51 cm. No teste de apgar, ela tirou notas 10 e 10. O dr. Alberto e a doula pediram para a pediatra permitir que ela ficasse conosco. A pediatra autorizou, então eu e meu marido ficamos com ela por 1h30, amamentando e ouvindo um mantra, foram minutos fantásticos. Serei eternamente agradecida ao Dr. Alberto Guimaraes e à Thais pelo empenho, dedicação, bravura, fé e tranquilidade, ao enfrentarmos um longo trabalho de parto até o momento de abraçar a Bianca. Só vocês, para concretizar nosso sonho de um parto humanizado (mesmo que não tenha sido de acordo com a definição técnica, foi no sentido emocional e psicológico). A energia de vocês foi muito especial na acolhida da Bianca. As 1h15, a enfermeira me acompanhou ao banheiro e fui liberada para levantar sozinha. Pela manhã, tomei banho e tomei café da manhã. Como me sentia disposta (tomei somente dois pontos devido a uma pequena laceração), a Bianca ficou a maior parte do tempo no berço do quarto, indo para o berçario somente para avaliação do pediatra. A Bianca está com 13 dias e como a recuperação do parto foi  muito tranquila, consegui me dedicar à  amamentação.e aos cuidados dela. A disposição pós parto normal, compensa as dores que  senti por algumas horas no trabalho de parto. Kristina+Jefferson=Bianca Um caso de amor !

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